quinta-feira, 18 de maio de 2017

Mais Boas Notícias


Olá pessoal!

Algum tempo fiquei sem postar, mas voltamos. Voltamos em um pequeno vídeo, para compartilhar boas notícias. Notícias boas, são sempre bem vindas.

Alessandra Piassarollo disse: "Acredito que nas marés de incerteza, sempre tem uma onda de boas notícias".

Paloma De Déa disse: "Boas notícias fazem com que as tristezas se percam como agulha no palheiro".

Provérbios 15:30 está escrito; "...As boas notícias revigoram os ossos".

Portanto, segue as boas notícias que recebemos na última consulta: 1) A imunidade subiu; 2) há normalidade nos demais exames e 3) entraremos na fase de manutenção, na qual a quimioterapia será a cada 2 meses e bem mais suave, se confirmado, os bons resultados do PET CT, que estamos por receber.

                                                           Veja o vídeo:


"Só somos fortes, mas juntos somos imbatíveis"

terça-feira, 28 de março de 2017

"Tarde do Bem" - Um apoio à mulheres com Câncer de mama


Helen Nunes, Eliane Brito(a morenaça), Nilda e Jaciara - Respectivamete
Na tarde de hoje (26.03.17) mas precisamente  no auditório da Secretaria Municipal de Saúde de Guarabira, situado no Bairro Novo, presenciamos o encontro "Tarde do Bem", realizado pelos projetos "Mãos que Ajudam" e "Auto Estima na Quimioterapia".

O projeto "Mãos que Ajudam", fundado e encabeçado pelas guerreiras Jaciara Almeida Oliveira e Josenilda  Rodrigues foi lançado hoje, objetivando unir forças, para ajudar as mulheres diagnosticadas com câncer.

No evento, foi posto em ação palestras, brindes, depoimentos e um lanche oferecido para as participantes, bem como, a oficina de turbantes, feita com Helen Nunes, do blog Auto Estima na Quimioterapia.

A solidariedade foi marca expressiva, evidenciado na confecção de turbantes para as mulheres em tratamento quimioterápico do Hospital Napoleão Laureano de João Pessoa.

O ponto forte se deu, mediante emocionantes depoimentos, onde algumas mulheres tiveram espaço para falar um pouco de suas histórias, a saber: Joseane Targino(contadora), Alcidema Santos, Jaciara Almeida, jornalista, Helen Nunes e Josenilda Rodrigues, cuja história, principiada aos 22 anos, acabou por resultar na fundação de uma rede de solidariedade, direcionada as mulheres que sofre com a doença.

Alcidema destacou, além da gravidade do seu câncer, a importância de acreditar e ter fé em Deus. Já Jaciara, salientou a presença da doença na família há algumas décadas, a partir de sua mãe e agora ela em tratamento. Nos trouxe ainda algumas estatísticas concernente ao câncer de mama.


A Morenaça , Eu e Helen Nuns - respectivamente
Helen Nunes, por sua vez, em seu rápido depoimento,  nos falou um pouco de sua luta e tratamento. Fez mastectomia (cirurgia de remoção completa da mama - no caso dela, de uma mama). Teceu seus agradecimentos, destacando a relevância do apoio por parte dos familiares, cônjuges e amigos. E explicou que as mulheres, à despeito dos efeitos do tratamento, podem sim, continuar se cuidando e caprichando na aparência, fazendo uso de lenços, turbantes, maquiagens, enfim; explorar acessórios femininos, trabalhando assim, a satisfação e o contentamento pessoal, que é a auto estima. Ressaltou ainda, que está há um ano sem precisar fazer quimioterapia, o que é uma grande vitória. Ela é  fundadora da página "Auto Estima na Quimioterapia". Por onde passa contagia a todos, transbordando e transmitindo fé, esperança e alegria.

Para quem não sabe, Helen Nunes tem desempenhado um frutífero trabalho de apoio aos pacientes em tratamento de câncer no Hospital Napoleão Laureano em João Pessoa - PB. Sempre ladeada de suas companheiras Jaciara Almeida Oliveira, Nilda Girassol e Eliane Brito(a morenaça) a quem chama de "As Mosqueteiras". São mulheres guerreiras, que estão na árdua luta contra o câncer, e de forma louvável e vitoriosa, ajudam outras na superação de seus dilemas.


Alcidema, Franciany, Isabel e Jaciara - Respectivamente
A técnica em Radiologia que atua no setor de mamografia do Hospital Regional de Guarabira, Franciany Alves, esteve presente no evento. Focou sua fala sobre o câncer de mama e evoluções no diagnóstico em mamografia. Relatou, também, a viagem a São Paulo, onde conheceu o Hospital de Câncer de Barretos, referência no diagnóstico e tratamento.




Projetos "Mãos que Ajudam" e "Auto Estima na Quimioterapia" - Parabéns!!
Este, foi o primeiro de muitos encontros que virão, cuja finalidade é o apoio em todos aspectos a quem enfrenta a doença. 

O blog "Encarando o Linfoma", parabeniza essas guerreiras pela brilhante iniciativa.

Mulheres de fé, anjos da solidariedade, militantes de causa nobre, agentes de boa semeadura!... Sigam em frente. Vocês são mais que vitoriosas. 


A todas vocês, dedico a frase de Juahres Alvez: "Quando há fraternidade, o amor é sereno; quando há solidariedade, o amor é ativo, e quando há caridade, o amor é vivo".

                                                  Grato a Deus pela vida de todas
                                        "Só somos fortes, mas juntos somos imbatíveis".

Helen no ensino e confecção de turbantes, entre outros.

Jaciara Almeida, uma das fundadoras do projeto "Mãos que Ajudam".

Eu, Lena e Nicolly - Esposa e Filha no evento: "Tarde do Bem" - Foi um prazer!


                                                   

quarta-feira, 1 de março de 2017

O dia em que fiquei carequinha

Um dos efeitos colaterais considerados mais temidos da quimioterapia é sem sombra de dúvidas a queda de cabelo. É a pior parte. Muitas pessoas que passam pela quimioterapia podem se sentir com raiva, depressão e com vergonha. Por mais que você esteja bem resolvido psicologicamente, é impossível, uma hora ou outra, não ser assaltado por tais sentimentos quando o tal efeito passa a evidenciar-se. Apesar de saber que o mesmo voltará a crescer pós tratamento, é um tanto assustador, principalmente, para as mulheres, pois é algo que está relacionado com sua identidade. 

Não obstante, há homens que são bastante vaidosos com os cabelos, e eu sou um dos tais. Sempre gostei de curtir cortes e penteados modernos. Sempre valorizei esse importante constituinte da boa aparência. Sou do tipo que não abro mão de secador, gel, pomada, cera, spray etc. Por isso, fiquei um tanto mexido quando meus cabelos começaram a cair dezesseis dias pós primeira quimio. Se no caso da mulher os cabelos fala de sua identidade, arrisco dizer, que a relação é a mesma em se tratando de homens vaidosos que cuida e zela pela aparência. Em todo caso, que se vá o cabelo e junto com ele a doença - frase da esposa.

Bem, confesso que demorei alguns dias para passar a máquina e ficar carequinha. Minha ideia, era adiar o máximo possível. Enquanto tivesse cabelo para pentear, lá estava eu resistindo a imposição circunstancial do momento... Mas os dias se passaram, até que um dia, tomando banho, aquele punhado de cabelo molhado me cai pelo rosto. Fiquei triste nesse dia. Além do mais, sentia também o couro cabeludo arder. Resolvi pelar. 

O fato se deu no salão mais sofisticado, luxuoso e comodo da cidade. Salão Visual. Não é exagero da minha parte. A bem da verdade, é a realidade. O proprietário é meu cunhado - José Diniz, mais conhecido como Diniz. Um cabeleireiro de mão cheia. Um verdadeiro "mãos de tesoura". Você acha que estou exagerando? Senta então na cadeira poltrona do Diniz, escolha o corte e aguarde o resultado. Certamente, você comprovará que talento, competência e profissionalismo é sinônimo de brilhantismo de um brilhante profissional. Pura realidade. 

Voltemos ao fato que ocorreu numa Quinta-Feira, 16 de Fevereiro de 2017. Era noite. Próximo das 22;00 horas. Não havia mais cliente no salão. Iríamos iniciar a "sessão zero" - rsrsrs. Os amigos Beguim e Jean, numa demonstração de apoio e solidariedade, participaram ativamente de tudo. Meu cunhado deu as instruções de como usar a máquina. Minha esposa registrava, filmando e fotografando. Não houve peso, tristeza, lágrimas, lamento. Muito pelo contrário. Brincamos de cabeleireiros. Brincamos de ficar carecas. Brincamos, risadas, gargalhadas... Curtimos o ambiente, o momento, o ar condicionado, o som da música da TV Smart pelo Youtube. Curtimos a pipoca da cunhada pipoqueira Eliane - rsrs. Curtimos o espírito fraterno, o gostinho de mais uma etapa superada e vencida. Eles, representando outros tantos, que de outra forma, também nos apoiaram, fizeram essa experiência ser descontraída, leve e suave - esposa, cunhado e amigos. O dia em que fiquei carequinha, eles(Jean e Beguim), também ficaram. Rasparam suas cabeças juntos comigo. Foi um dia de superação, aceitação, lição. Ninguém faz nada sozinho, chega a lugar nenhum sozinho, vence sozinho. 

Admito, os dois primeiros dias quando passava as mãos na cabeça careca, lembrava do seguinte: "estou com câncer". Depois tratei de trabalhar essa mentalidade. Agora o pensamento é diferente. Penso: "estou vencendo o câncer". Ganhei um boné e um gorro, mas acredite, dificilmente faço uso deles. Aprendi a conviver bem com minha carequinha. Minha filha Nicolly de 3 anos, diz que sou o carequinha dela rsrs - "meu carequinha", assim ela fala.

Lena, Diniz, Beguim, Jean - estamos nos trilhos da vitória! "É parte da cura o desejo de ser curado".

Segue o vídeo sobre o referido dia:


"Só somos fortes, mas juntos somos imbatíveis".





 


sábado, 25 de fevereiro de 2017

Minha primeira quimioterapia

Depois do diagnóstico de linfoma, minha médica marcou a data da primeira quimioterapia - 27 de Janeiro de 2017.
Eu já sabia um pouco sobre os efeitos colaterais, pois tratei de ler artigos concernentes, além de ouvir uma amiga, que já havia passado pelo tratamento. Contudo, uma coisa é você saber, outra totalmente diferente, é vivenciar a experiencia. 

A noite que antecedeu o dia dessa primeira sessão foi longa. Não consegui dormir. Estive acordado até as cinco horas da manhã. Os pensamentos eram os mais diversos possíveis. "Será que vou passar mal?" "Será que vou vomitar?" "Será que vou sentir tonturas?"... 

Bem, chegou o dia. Chegou a hora. As 05:30 da manhã, ouvi a buzina do carro. Era meu tio(a quem serei eternamente grato). Teríamos uma hora e meia de viagem pela frente, até a capital João Pessoa. Estava apreensivo, ansioso, inseguro e ainda, de certa forma, um pouquinho chateado por estar passando por isso tudo. Também pudera, não estaria tratando uma gripe, mas sim, um câncer. Não estava indo tomar um soro, mas, a temida e desgastante quimioterapia.

Durante a viagem a mente seguia borbulhando, produzindo seus brotos, a saber: "meu Deus, por que estou passando por isso?" "Eu deveria estar em casa dormindo." "Eu deveria estar me arrumando para o trabalho." Enfim.

Apesar de tudo, estava querendo mesmo era passar logo por isso. Saber como meu organismo reagiria e tal.

Chegamos ao Hospital Laureano, agilizamos todo o protocolo e subimos para a sala na qual receberia a medicação quimioterápica.

Passei pela primeira sala e por uma janelinha transparente vi os pacientes sentados nas poltronas recebendo suas medicações. Cumprindo suas sessões. Gente de várias idades, diferentes classes sociais, porém, iguais em um ponto, todos lutando e vencendo, a cada sessão o seu drama, o seu câncer. 

Entrei numa das salas. Sentei numa das dez poltronas. Enquanto minha esposa apresentava a prescrição aos enfermeiros, eu, meio que perdido, tentava assimilar e aceitar toda aquela situação. O que estou fazendo aqui? Perguntei a mim mesmo. Rapidamente, me sobreveio um desengano. Senti minha alma afligida em questões de segundos. Surgiu a vontade de chorar, mas segurei. Minha esposa percebeu o quanto eu estava mal por dentro, pois toda hora perguntava se eu estava bem. Eu respondia que sim, mas na verdade, queria sair correndo dali. Pegaram o meu acesso, e, enquanto recebia o primeiro soro, tratei de relaxar a fervilhante cabeça, no fato de que, era tudo para o meu bem. Que não estava só. Que precisava honrar o apoio de uma grande turma que estava na torcida por mim.

A equipe de enfermagem, tornam leve as sessões quimioterápicas com um atendimento de qualidade, competente e um tanto descontraído. No meu caso, sabendo eles que era minha primeira vez, recebi uma certa atenção. Fábio, um dos enfermeiros, nos tirou dúvidas, explicou o que eu poderia sentir como reação imediata(graças a Deus não tive) e mim fez rir algumas vezes. Horas depois, todo aquele fardo psicológico desapareceu.

Outra coisa que também me tranquilizou, foi a troca de ideias que tive com o moço que estava ao meu lado. Ele já estava na terceira sessão. Morava no alto Sertão. Ele havia falado que seu cabelo caiu após 15 dias da sua primeira sessão, mas que não teve, até aquele momento, reações graves. Coisa que desejei que acontecesse comigo também(e estar acontecendo rsrs)... Minha esposa sempre trazia algo para mim. Um suco. Uma água de coco. E eu repartia com ele. Porque ali dentro o sentimento é fraterno, solidário, puro, verdadeiro. Todos torcendo um pelo outro. Ali somos guerreiros. Somos irmãos. Fernando Pessoa, em sua poesia "A navegar", escreve o seguinte: "...Agonize de dor por um amigo, só saia dessa agonia se conseguir tira-lo também..." Essas palavras traduz o bem querer mútuo que permeava ali entre nós. 

Interessante, também, é que, sempre que alguém está na última sessão, alguém diz: "fulano fez hoje a última sessão". Todos reagimos em clima de comemoração, e, às vezes, até aplaudimos. O sentimento de vitória de um é, também, de todos. Os que terminam a sessão mais cedo, vão embora, mas antes de sair da sala nos deixam um fervoroso "Deus abençoe a todos" - Amém, respondemos.

Dentro do que pude observar, sentir e vivenciar estou terminantemente convencido de que, não há sentimento mais divino que o amor ao próximo. Plante egoísmo e provavelmente, numa dada fase da vida, você estará só. Plante e cultive amor ao próximo, e certamente, em todas as fases da vida, você nunca estará só.

Bem, no período entre o primeiro e quinto dia, após esta minha primeira quimioterapia, tive náuseas. Mas não cheguei a ter ocorrências de vômitos. A ponta dos dedos das mãos até hoje estão adormecidas. Algumas vezes senti dores de cabeça. A boca amargou. Tive dores de barriga sempre após as refeições. Tudo que era doce me causava enjoos(não suporto ouvir a palavra biscoito rsrs). Tive uns refluxos. Sentir leves dores onde os nódulos estavam localizados. E parte do ombro direito ficou um tanto dormente. Passados 16 dias o cabelo começou a cair.

Hoje meu organismo está mais adaptado, digamos assim. Até agora não tive perda de peso. Não tive perda do apetite. Alimento-me bem. E assim vamos vencendo uma quimio de cada vez. Que venha a terceira - 10/03/17. 


"Enquanto houver vontade de lutar haverá esperança de vencer."
Santo Agostinho

Primeira Quimio 27.01.17
Segunda Quimio 17.02.17
Esposa e a amiga Helen Nunes que também luta contra um cancer
                                                                                   
Gelvana Oliveira - Atua na área da Mamografia. Nos visitando - Grato

"Só somos fortes, mas juntos somos imbatíveis".


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Sistema Linfático

O sistema linfático faz parte da defesa natural do organismo contra doenças e infecções – chamado sistema imunológico – e funciona também eliminando resíduos e líquidos em excesso no nosso corpo.

O sistema linfático é constituído pelos gânglios ou nódulos linfáticos que se conectam por todo o organismo através de pequenos vasos, os vasos linfáticos, que transportam um líquido incolor chamado linfa, que contém células brancas do sangue (linfócitos), que o organismo usa para combater infecções.


É formado por linfonodos (gânglios), timo, baço, amígdalas, medula óssea (a porção interna macia dos ossos) e tecidos linfáticos no intestino.
Cada um desses elementos exerce seu papel no organismo:

Nódulos linfáticos ou linfonodos – são massas do tamanho de um grão de feijão (linfonodos normais têm 1 a 1,5 cm de diâmetro) e estão localizadas principalmente no pescoço, axilas, peito, abdome e virilha; onde são produzidos e armazenados os linfócitos.

Linfócitossão tipos de glóbulos brancos que se acumulam nos gânglios linfáticos

Vasos linfáticos – conectam os gânglios e é por onde a linfa, um líquido que envolve os tecidos e contém proteínas e células linfoides, transporta os linfócitos. 

Existem três tipos principais de linfócitos, que agem no combate às infecções e ao câncer: 


As células B, que produzem anticorpos, ativando células do sistema imunológico e proteínas do sangue para combater os micro-organismos que causam infecções; 

As células T, que ajudam a proteger o organismo contra vírus, fungos e algumas bactérias. Também desempenham importante papel nas funções das células B.

As células NK (ou natural killer), que têm como foco as células tumorais e protegem contra uma ampla variedade de agentes infecciosos.



sábado, 18 de fevereiro de 2017

Gratidão

Tecer nota de gratidão não é fácil, se corre o risco de ser injusto, esquecendo feitos e nomes. Mas mesmo assim, vou tentar. Vou correr esse risco, e se pecar em algo, esquecendo de alguém, desde já, mim perdoe, não foi intencional.

Certa vez, alguém disse que ser grato e compartilhar gratidão é uma das melhores coisas que um ser humano pode fazer. Jean Bruyere, disse que não há no mundo exagero mais belo que a gratidão.

Se é uma das melhores coisas que o ser humano pode fazer e o exagero mais belo que há no mundo, então, quero assim proceder.

Desde que fomos diagnosticado com câncer, recebemos de amigos e familiares as mais lindas e diversas formas de apoio. Orações, mensagens pelo watshap, comentários nas publicações no facebook, blog, canal... Uns colocaram seus carros a nossa disposição(Luiz, Diniz, Gibal). Outros se ofereceram como motorista(Lindemberg, Josemberg, Laelson, Gibal, Abmael). Outros ainda tomaram a liberdade e fizeram rifas beneficentes(Jean, Cristiano Robert e Alemão). Recebemos visitas de grupos de oração da Igreja Católica; irmãos evangélicos, também, vieram orar por nós, enfim, todas essas manifestações tem sido fundamental, revigorando e renovando nossas forças na luta contra o linfoma. 

Por isso, na postagem de hoje, quero registrar minha gratidão a todos que direta ou indiretamente, até agora, de alguma forma, nos ajudaram, contribuindo assim, para nossa total recuperação e restituição de nossa saúde. A luta continua, tem muito chão pela frente, mas acreditamos, piamente, que venceremos essa batalha.

Hoje o que tenho de mais valor a oferecer a todos é minha gratidão. 

Em primeiro lugar, obrigado a família: esposa(que tem se entregado sem reservas), filhos, mãe(que tem orado bastante), irmãos, tio(que, em seu carro, tem tornado divertidas as viagens), tias, primos, primas, cunhado(que no meu caso, se mostrou um amigo/irmão e de certa forma, pai - José Diniz), cunhadas(que tem sido verdadeiras irmãs). 

Obrigado, também, a família UPA - classe médica, enfermagem, serviços de higienização, radiologia, farmácia, controladores de acesso, recepção, copa, administrativo, motoristas, assistência social, manutenção,  CME, e direção(João Henrique), enfim, obrigado a todos. 

Obrigado a minha turma do Curso Téc. de Radiologia, bem como, a toda coordenação(Myshael Alesk) e direção(Sra Eleonora), além dos professores(Hygo Nonato, Gelvana Oliveira e André Luís), enfim, a todo Colégio e Curso OPATHERNOON.

Direciono meu obrigado também as professoras e demais funcionários do Colégio Geozinho, que nos abraçaram de forma solidária - Deus retribua o feito de todos vocês. 

Ao cantor Guarabirense Edu Lima, aqui também, vai meu muito obrigado pela visita e apoio prestado quando ainda estávamos nos recuperando da biópsia.

Não posso esquecer de Beatriz(19 anos), uma amiga que conhecemos no Laureano, já em período de remissão, pós 10 meses de tratamento contra o Linfoma de Hodgkin. Sua história de luta e superação nos inspirou. Tiramos muitas dúvidas com ela. Grato.

Estendo minha gratidão ainda a Simone, uma amiga nossa, que é dona de um estabelecimento de lanches nas dependências do Hospital Laureano, e que tem nos ajudado muito nos dias de quimioterapia, bem como a Sra Andréa, que trabalha na recepção do setor de Hematologia, e que no inicio de tudo, foi peça chave para agilizarmos nosso tratamento com suas sugestões, agilidade e esclarecimentos. Minha esposa diz que foi um anjo que Deus colocou em nosso caminho. E a Dra Heloísa Cartaxo, uma excelente profissional, de temperamento calmo e sereno, o que acaba, psicologicamente, até nisso, ajudando. 

Um obrigado, também, aos amigos do Rio de Janeiro, Joab e família, Jorge Júnior, o famoso JJ, um irmão que a hotelaria me deu na época que morei no Rio, Glaudson Fernandes, outro que faz parte da família, Zé Carlos, um brother gente fina, Honorina Farias(a quem até hoje chamo de mainha), Rejane Farias, Alexandre(o Grandão), Xandão, Givanildo Batista, Hélio Domingos(Helinho), Alexandre(Ximbinha), Juninho, Marileide, Rose, Welligton(netinho), Suelly Bezerra, e irmãos e amigos evangélicos que lá fiz. Obrigado gente.

Devo concluir esta, agradecendo ainda a Paulinho da Oficina "Autocar" aqui em Guarabira. A Gilson Cândido, Josa da Padaria e Célio Alves, homens de influencia, que tem nos ajudado, demonstrando preocupação e apoio para conosco.

A todos dedico a frase de Juahres Alvez: "Quando há fraternidade, o amor é sereno; quando há solidariedade, o amor é ativo, e quando há caridade, o amor é vivo".

                                                     Grato a Deus pela vida de todos
                                            "Só somos fortes, mas juntos somos imbatíveis".


                                                             Eternamente Grato

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

16 dias pós primeira sessão de quimioterapia - Vídeo

Vamos de Youtube também.
Nosso objetivo é deixar disponível nossa experiência nas redes sociais, afim de ajudar outros, que assim como eu, irá recorrer e encontrar forças na história de luta e superação no campo dos linfomas.

"Só somos fortes, mas juntos somos imbatíveis".